Êta mundo bão…

Artigo redigido por Carlos Faustino – UNIABLA → 3/7/20

*Publicado no site SINDLOC MG

Gosto de ver algumas histórias de novelas que às vezes trazem mensagens de vida, humildade, resignação e aprendizados simples, mas verdadeiros e profundos. Basta analisar seu conteúdo e tirar delas o que têm de bom.

“Tudo de ruim que acontece na vida da gente é pra melhorar”

Em uma dessas histórias, esta frase era constantemente repetida por alguns dos personagens principais e hoje se mostra mais atual do que nunca: é o que podemos tirar deste momento que estamos passando. Tudo mudando, diferente, estranho, mas com a certeza de que tudo vai melhorar.

E é assim que devemos pensar também em nossos negócios. Temos de ser diferentes, melhores, modernos, ágeis, objetivos, claros, diversificados, deixando de “viver no passado” e eliminando a fatídica frase: “Eu sempre fiz assim e deu certo, então por que vou mudar?”

Agora, ainda mais nesse futuro próximo, dentro do “novo normal”, a grande diferença das empresas será a equipe extremamente bem capacitada, focada, as turmas ágeis, com alternativas, novas ideias, novas propostas de atendimento, qualidade e principalmente empatia. Nosso cliente será diferente e temos que nos colocar em seu lugar para entendê-lo.

É para isso que a UNIABLA tem à disposição cinco cursos à distância (EAD) gratuitos, que vêm ao encontro das novas necessidades de capacitação dos colaboradores das empresas locadoras. São cursos claros e objetivos e que vêm agregar valores ao conhecimento de todos. Basta acessar www.abla.com.br/uniabla para encontrar as seguintes oportunidades:

  • COMPETENCIAS GERENCIAIS

É o curso que aborda habilidades e atitudes que servem de alicerce reflexivo para o estudo e discussão de questões específicas de sua prática profissional. Tais competências influenciam seu processo de profissionalização, a partir de uma visão ampla e global sobre o setor de locação. Excelente para capacitar profissionais que estão na “linha de frente” do negócio, isto é, todos os que possuem contato direto com o locador.

ATENDIMENTO EFICAZ OPERACIONAL

Trata-se do curso que mostra as principais questões relacionadas ao atendimento, não esquecendo que o funcionário colaborador deve ter foco tanto no cliente, como na empresa – no sentido de executar suas atividades com ainda mais eficiência e eficácia.

GESTÃO DE FROTA

Este é o curso que proporciona conhecimentos que possibilitam entender os elementos de ordem teórica e prática necessários ao encaminhamento de soluções dos problemas relacionados à frota das empresas de locação.

GESTÃO EM ADMINISTRAÇÃO E FINANÇAS

A área financeira é responsável pela gestão dos recursos necessários e pela formulação de uma estratégia voltada à otimização do uso desses fundos. A crescente complexidade dos negócios exige dos responsáveis por esta área uma visão integrada da empresa e de seu relacionamento com o ambiente externo.

VENDAS COM QUALIDADE

A locação de veículos é considerada uma prestação de serviço. Desse modo, o objetivo geral deste curso é instruir operadores, atendentes e consultores de vendas de locadoras a otimizarem seus serviços, se qualificando para estimular o aumento de vendas de maneira sustentável.

Enfim, vamos ter um “êta mundo bão” pela frente, um “êta mundo novo” e vamos nos preparar para ele, porque “tudo de ruim que acontece na vida da gente é para melhorar”.

6 ilhas no Espírito Santo para visitar no próximo Verão

Fonte: Quanto Custa Viajar

Já dizia o ditado, “quem é do mar não enjoa”. Se você é daquelas pessoas que não vê a hora de colocar os pés na areia e abraçar o mar, não vai perder a oportunidade de desbravar as belas ilhas no Espírito Santo, estado que combina muito bem com o ensolarado Verão brasileiro.

A região tem mais de 50 ilhas em seu território, sendo a maioria delas concentradas ali mesmo na capital, em Vitória. Perdidas no meio do mar, as formações naturais têm como principal vantagem a preservação, visto que estão mais afastadas da civilização, sendo acessadas somente de barco em boa parte dos casos.

Os arquipélagos reúnem não só praias paradisíacas como também um verdadeiro aquário natural nas profundezas de suas águas. O mergulho com cilindro é essencial para quem quer desbravar as riquezas da fauna marinha.

Bora conhecer seis delas?

Ilha dos Franceses

O município de Itapemirim é cheio de atrativos bacanas, como a Ilha dos Franceses, a 4 km de distância da Praia de Itaipava. A área, tombada como patrimônio paisagístico, tem cerca de 2 mil metros quadrados de maravilhas naturais, em boa parte ocupada por penhascos. No ponto mais alto foi colocado um farol, em meados de 1730, por franceses que ali se escondiam, originando o nome da ilha. Hoje, o equipamento é movido a energia solar. Há também a Gruta do Judeu e uma pequena praia de águas calmas e translúcidas, propícias para o mergulho.

Três Ilhas

A aproximadamente 3 km da Costa de Guarapari, o arquipélagos Três Ilhas é, na verdade, composto por cinco ilhas, batizadas de Quitongo, Cambaião, Guanchumbas, Leste-Oeste e Guararema, que são parte da área de proteção ambiental do Parque Estadual Paulo César Vinha. O visual paradisíaco, semelhante às praias da Costa Amalfitana, atrai banhistas, mergulhadores e famílias em busca de lazer nos finais de semana. Árvores frutíferas, trilhas, fontes de água doce e piscinas naturais estão entre seus principais atrativos.

Ilhas Itatiaia

Que Vila Velha é cheia de pequenos oásis, não há dúvidas. Acessada a boas braçadas ou por meio de barcos, as Ilhas Itatiaia, formadas por sete ilhotas, ficam logo em frente à praia de Itapuã. Os banhistas aproveitam para relaxar nas piscinas naturais e cristalinas, onde é possível ver algumas espécies marinhas a olho nu. No fundo repousam estrelas do mar, cardumes e ouriços. No céu e nos arredores também se encontram alguns tipos de aves, como as quase extintas pardelas-de-asa-larga, que fazem da ilha seu berçário.

Ilha da Raposa

Dentro do Parque Municipal do Morro da Pescaria existe uma ilha que resguarda, além de suas trilhas e praias, o Naufrágio do Vapor Bepo. É a Ilha da Raposa, onde uma antiga embarcação, vítima de um fogaréu, pode ser vista nas profundezas do mar entre a Praia da Cerca e a Praia do Morro. As águas claras colaboram com a visão de corais, pedras e alguns peixinhos. O acesso é feito a nado mesmo, por um pequeno canal. Vale a pena visitar a Praia do Ermitão, que fica ao final da trilha do parque.

Ilha do Gambá

Em Piúma, que é conhecida como Cidade das Conchas, há 8 km de praias urbanizadas e algumas ilhas no horizonte. Entre elas está a Ilha do Gambá, reduto selvagem onde se refugiam animais marinhos e aves, mas que também atrai um bocado de pessoas em busca de tranquilidade. O mar calmo banha as areias douradas onde repousam os banhistas. É neste mesmo parque natural que são colhidas inúmeras conchas, material utilizado no artesanato local, fonte de renda pra várias famílias. Entre as principais atividades de lazer e aventura estão pesca, mergulho, trekking e mountain bike. Alguns barcos fazem a travessia para outras ilhas próximas, como a dos Cabritos.

Ilha do Frade

Região nobre de Vitória, a ilha do Frade é mais do que uma ilha, é um bairro, ligado ao continente por uma ponte. Ali se reúnem não apenas mansões de cair o queixo, mas muitos atrativos naturais bem preservados e paisagens bucólicas. A principal praia é tranquila, limpa, cheia de barcos de pescadores pairando sobre as ondas tranquilas. O visual é bonito, especialmente ao cair da noite. Na Praia das Castanheiras é possível avistar espécies marinhas com o uso da máscara de snorkel. Há também a Praia da Barreira, com uma parte ajardinada. O antigo mosteiro dos Frades Beneditinos, que deu nome ao local, acabou virando ruínas e, posteriormente, sumiu do mapa.

Locadoras de veículos apostam na retomada

Fonte: Jornal do Comércio/RS

Apesar dos impactos do coronavírus, o presidente da Associação Brasileira das Locadoras de Automóveis (ABLA), Paulo Miguel Junior, projeta uma rápida recuperação do setor, desde que não ocorra uma piora na pandemia que implique medidas mais severas quanto à circulação de pessoas. Ele recorda que, no final de abril, estavam parados em torno de 90% dos veículos que vinham sendo alugados para pessoas em viagens de negócios e a lazer no Brasil, mesmo panorama observado no Rio Grande do Sul. Já a devolução de carros que estavam locados para motoristas do Uber, 99 e Cabify atingiu a marca de aproximadamente 80%. No final do ano passado, o País contava com 10.812 empresas no segmento. Juntas, mantinham 75.104 empregos diretos e uma frota total de 998 mil veículos. Já o Rio Grande do Sul registrava 436 locadoras, 2.652 empregos e 13.450 veículos emplacados por essas empresas.

Jornal do Comércio – O senhor está otimista quanto à situação do mercado de locadoras de automóveis neste atual estágio da pandemia do coronavírus e para o futuro?

Paulo Miguel Junior – Sim, com certeza. Entendo que no pós-pandemia, ou mesmo agora, as pessoas vão preferir mais o transporte individual do que o coletivo ou o compartilhado, e com isso incentivará a locação de veículos. Acho que, com as pessoas buscando mais o isolamento na hora do transporte, a tendência é de usar o carro locado.

JC – Em abril praticamente a totalidade, cerca de 90%, dos carros alugados para viagens de negócio ou lazer, estavam parados. Como está esse cenário atualmente?

Miguel Junior – Teve uma retomada de aproximadamente 15% no mês de junho. Esse número já reduziu para algo em torno de 75% a 70% da frota parada. Já está recuperando e com as cidades liberando um pouco mais, acredito que isso tende a melhorar. Com a flexibilização, a gente vê os motoristas de aplicativos voltando a trabalhar e haverá campanhas espalhadas pelo Brasil, incentivando o turismo regional feito com o carro. Então, tudo isso deve fazer com que o setor retome as atividades um pouco mais rápido do que o restante dos segmentos da economia.

JC – Também em abril, a devolução de carros alugados para motoristas de aplicativos como Uber, 99 e Cabify era de cerca de 80%. Como está a situação hoje?

Miguel Junior – Também melhorou esse percentual. A estimativa atual é de 60%, ou seja, já houve uma retomada de 20%. Conforme as atividades vão voltando, as pessoas voltam a pegar os carros utilizados pelos aplicativos de transporte. A gente sabe que o número de desempregados vem aumentando no dia a dia, e os aplicativos de transporte são uma maneira das pessoas conseguirem alguma renda. Imaginamos que esse mercado também terá uma retomada.

JC – Contudo, essa condição está diretamente vinculada à que a pandemia não se agrave e ocasione restrições em comércios e circulação de pessoas, correto?

Miguel Junior – Sim. Mas, a gente entende que a atividade de locação de veículos é essencial, por essa razão deve permanecer aberta.

JC – As locadoras chegaram a ter que demitir funcionários?

Miguel Junior – Fiz uma pesquisa há cerca de um mês, com as locadoras, e a maioria das empresas estavam operando com as medidas do governo federal de redução ou suspensão do contrato de trabalho, mas ainda não tinham efetivamente passado para as demissões. Porém, com o alongamento da crise, acredito que já esteja ocorrendo demissões no setor.

JC – Quais mudanças podem ocorrer nos perfis dos clientes que buscam a locação de veículos devido à pandemia?

Miguel Junior – O que entendo é que as pessoas vão fugir da aglomeração do transporte coletivo. Quem tiver condições financeiras e usa o transporte compartilhado hoje pode passar para o individual. Esses públicos, dependendo da condição financeira, vão poder migrar para o carro locado. Já era uma tendência no passado, só não quanto ao uso contínuo. As pessoas utilizavam o transporte compartilhado ou público e quando necessitavam ir para um evento especial, uma viagem, locavam seus veículos. Então, esse público já tem o hábito de locação e agora, ao invés de adotar a prática eventualmente, acredito que passe a utilizar de forma contínua, pelo menos no período pós-pandemia.

JC – Em contrapartida, aquele turismo de negócio, em que a pessoa chega no aeroporto e aluga um carro para ir até o seu compromisso, não será afetado pela difusão das teleconferências pela internet?

Miguel Junior – Boa parte das locações diárias é feita nos aeroportos e com a redução dos voos isso parou. Enquanto as empresas aéreas não chegarem ao seu normal, vai prejudicar um pouco o setor de locação, porém a gente está esperando recuperar o número de usuários em outras modalidades, haverá uma compensação.

Câmara aumenta de 5 para 10 anos validade de CNH para motoristas profissionais

Fonte: Folha de Vitória

Deputados alteraram o texto do projeto sobre o Código de Trânsito e ampliaram de cinco para 10 anos a validade da Carteira Nacional de Habilitação para motoristas profissionais, com idade inferior a 50 anos. A Câmara aprovou na terça-feira, 23, o texto-base do projeto e está analisando nesta quarta-feira, 24, os destaques, pedidos de alteração, à proposta. Concluída essa fase, o projeto seguirá ao Senado.

Um destaque do PSL retirou a redução do tempo de validade que tinha sido acrescida pelo relator Juscelino Filho (DEM-MA) ao texto enviado pelo Executivo. Agora, os motoristas profissionais ficarão enquadrados na regra geral, comum a todos, onde a CNH tem validade de dez anos para quem é menor de 50 anos; validade de cinco anos para quem tem idade igual ou superior a 50 anos e inferior a 70 anos e de três anos para condutores com idade igual ou superior a 70 anos.

Nenhum outro destaque foi aprovado até o momento. A proposta cria uma graduação sobre os pontos acumulados por multas, até que haja a suspensão do documento. A obrigatoriedade do uso da cadeirinha para crianças, hoje exigida para menores de até sete anos, passou para até dez anos ou 1,45 metro de altura.

O texto tem origem no Executivo e foi entregue pessoalmente pelo presidente Jair Bolsonaro ao Congresso, em junho do ano passado. Originalmente, a proposta aumentava de cinco para dez anos a validade da CNH e de 20 para 40 pontos o limite para a suspensão da carteira. A intenção do presidente, ao apresentar a medida, foi atender a demanda de caminhoneiros, categoria que o apoiou nas eleições de 2018.

Caixa libera linha de crédito de R$ 3 bi para micro e pequenas empresas

Fonte: Site Jovem Pan

Caixa Econômica Federal anunciou nesta terça-feira, 16, uma nova linha de empréstimos de R$ 3 bilhões a micro e pequenas empresas, que poderá ser ampliada caso haja demanda, conforme o presidente da instituição, Pedro Guimarães. Essa é uma das tentativas do governo de Jair Bolsonaro para destravar os empréstimos neste segmento, já que muitos pequeno e micro empreendedores estão com dificuldades de ter acesso a eles. “O segmento de microempresas era pouquíssimo atendido antes da pandemia. Essa é uma consequência construtiva da resposta do governo e da Caixa para a crise que aconteceu”, disse o executivo, em transmissão pelas redes sociais, realizada no período da tarde de hoje.

Segundo Guimarães, a Caixa já emprestou R$ 7 bilhões para as micro e pequenas empresas na crise. Desse volume, mais de R$ 1 bilhão foram concedidos por meio da parceria com o Sebrae. A adesão ao Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe), de acordo com ele, vai permitir que a oferta de crédito seja ampliada a um maior número de empresas. Isso porque a linha resolve uma das principais dificuldades dos pequenos negócios, que é a garantia para obter crédito. No caso do Pronampe, o Fundo de Garantia de Operações (FGO), administrado pelo Banco do Brasil, vai cobrir até 85% de eventual inadimplência dos empréstimos.

Taxas

O programa é voltado a empresas com faturamento anual de até R$ 4,8 milhões. A partir desta terça, aquelas que optam pelo Simples Nacional. A partir do dia 23 de junho, o crédito começa a ser disponibilizado para empresas não optantes pelo Simples Nacional. Já no dia 30 de junho, os microempresários individuais, os MEIs, já poderão solicitar os recursos na Caixa

A taxa de juros dos empréstimos será equivalente a Selic mais 1,25% ao ano. O patamar cobrado, conforme o presidente da Caixa, é inédito no País. “Essa taxa era do crédito mensal. Ter uma taxa de 4,25% ao ano, eu nunca vi”, disse ele. Apesar de a taxa ser baixa para os tomadores, do lado do banco, conforme o presidente da Caixa, a rentabilidade das operações é possível diante da garantia do FGO e uma menor exigência de capital por parte do Banco Central. “A taxa seria baixa, certamente, se não houvesse garantia de 85% do fundo e caso tivéssemos a mesma demanda de capital pelo BC. Esses dois pontos permitem rentabilidade muito melhor”, explicou Guimarães.

Ele afirmou ainda que o objetivo da Caixa com o Pronampe não é só “ganhar dinheiro” com a linha, mas se aproximar das micro e pequenas empresas. Na mira do banco, está o pós-crise. Os bancos que estiverem próximos das empresas neste momento “tão grave”, de acordo com Guimarães, poderão abocanhar parte relevante dos negócios dessas empresas depois que a pandemia passar. “Esse é um dos focos Caixa, que prioriza o crédito imobiliário, o microcrédito e políticas sociais. Não é um banco que vai emprestar para empresas gigantes”, concluiu.