QUAIS LEIS DE TRÂNSITO ESTÃO SUSPENSAS DURANTE A QUARENTENA?

Fonte: Revista AutoEsporte / Globo.com

O período de quarentena provocou suspensões das atividades de diferentes setores, como fábricas de carro, o fechamento de estabelecimentos e outras medidas para evitar contaminações.

Como o fluxo de pessoas foi reduzido, o Cotran divulgou algumas mudanças na atuação dos órgãos e entidades do SNT (Sistema Nacional de Trânsito) e de entidades públicas e privadas que prestam serviço no trânsito.

O governo permitiu a condução de veículos com a CNH vencida. A isenção é para todas as carteiras de motorista que deixaram de ser válidas no dia 19 de fevereiro deste ano. A medida visa evitar aglomerações em locais públicos, como Detrans, durante a pandemia do novo coronavírus no Brasil.

Normalmente quem está com a CNH vencida só pode circular até 30 dias após a validade do documento. A alteração está em vigor desde o dia 20 de março.

Na cidade de São Paulo, o prefeiro Bruno Covas anunciou a suspensão do rodízio municipal de automóveis, a fim de incentivar o uso do carro e diminuir a circulação em transportes públicos.

Além disso, desde o dia 23 de março, foram liberadas as zonas azuis em torno de 300 metros das unidades de saúde, hospitais, ambulatórios, UBS, UPA, AMA, pronto-socorro e estabelecimentos que prestem atendimentos de emergência. Para o resto dos locais, a medida continua em vigor. 

O teste do bafômetro será restringido, utilizado apenas em casos de acidentes ou em situações claras de embriaguez por parte do motorista. 

Sobre a cobrança de pedágios, a CNT se declarou contrária à suspensão. Ela defende que o valor arrecadado é utilizado para construção e manutenção de rodovias, e que a quebra desse processo seria um descumprimento de contratos já estabelecidos.

Dessa forma, os pedágios continuarão com a cobrança normal. Corredores e faixas de ônibus em São Paulo também mantêm as regras já estabelecidas.

Contran suspende prazo da CNH e de outros serviços do Sistema Nacional de Trânsito

FONTE: G1/Globo.com

A medida considera a necessidade de se evitar aglomerações nos órgãos de trânsito em meio à pandemia do coronavirus, além de ajudar caminhoneiros e motoristas profissionais.

O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) publicou nesta quinta-feira (19) uma deliberação ampliando e interrompendo os prazos de processos e de procedimentos dos órgãos do Sistema Nacional de Trânsito.

A medida, diz o Contran, busca auxiliar a população no enfrentamento dos impactos do novo coronavírus no setor de trânsito e transportes brasileiro.

“Estamos considerando a necessidade urgente de se evitar aglomerações nos órgãos de trânsito e nas entidades públicas e privadas prestadoras de serviços afetos ao trânsito, além de ajudar caminhoneiros e motoristas profissionais”, diz o diretor do Denatran e presidente do Contran, Frederico Carneiro.

As mudanças anunciadas pelo Contran:

  • no âmbito da fiscalização, ficam interrompidos, por tempo indeterminado, os prazos para que o condutor possa dirigir com Carteira Nacional de Habilitação (CNH) vencida desde 19 de feveireiro;
  • a interrupção vale também para a Permissão de Dirigir (PPD), para expedição de Certificado de Registro de Veículo (CRV) em caso de transferência de propriedade de veículo adquirido desde 19 de fevereiro e para o registro de licenciamento de veículos novos – desde que ainda não expirados;
  • o prazo para conclusão do processo de habilitação passou de 12 para 18 meses. Isso significa que quem começou o processo de habilitação em março do ano passado e ainda não concluiu, por exemplo, terá até setembro pra concluir o processo.

Também estão interrompidos por tempo indeterminado os prazos para:

  • defesa de autuação;
  • recursos de multa;
  • defesa processual;
  • recursos de suspensão de direito de dirigir e cassação do documento de habilitação;
  • para identificação de condutor infrator.

Carro alugado, alternativa cada vez mais presente para garantir maior mobilidade

FONTE: Mobilidade/Estadão – mobilidade.estadao.com.br

Na terça-feira, dia 17 de março, por meio do Anuário Brasileiro do Setor de Locação de Veículos 2020, foram divulgadas as estatísticas das locadoras no País no canal no YouTube.

Segundo a publicação, realizada a partir de informações fornecidas pelo Serpro e com a chancela da Associação Brasileira das Locadoras de Automóveis, a frota das empresas que oferecem o serviço de locação atingiu 997 mil veículos, quase um milhão de unidades, entre automóveis e comerciais leves. Desse total, aproximadamente a metade é dedicada ao que o mercado chama de “locação diária”.

Locação e a mobilidade

Portanto, há quase 500 mil veículos em todo o país à disposição dos usuários interessados em alugar um carro, o que faz da locação o maior player entre as alternativas que podem ser usadas para compor o mix de mobilidade nos centros urbanos.

Além disso, o setor é hoje o principal fornecedor de carros àqueles que dirigem para aplicativos de transporte. Calcula-se que ao menos um a cada quatro motoristas que dependem dessa ocupação optam por o veículo de trabalho das locadoras – pelo menos 150 mil a 200 mil pessoas que encontraram um meio de subsistência contanto com o suporte de um carro alugado.

Indicadores em crescimento

O Anuário também confirmou o aumento no número de diárias, que progrediu de 43 milhões para 49,6 milhões, um crescimento de 15,3%. Incluem-se nesse montante todas as modalidades de locação, inclusive turismo de lazer, turismo de negócios e terceirização de frotas.

Vale a pena conhecer outros números desse setor que passa a ser cada vez mais demandado por usuários de diversos perfis. Em 2019, as locadoras emplacaram 22,8% dos veículos comercializados no país, o que as consolidou como as principais clientes da indústria automotiva.

O faturamento do setor atingiu R$ 21,8 bilhões, ante R$ 15,3 bilhões em 2018. A contribuição com o pagamento de impostos no período praticamente dobrou: passou de R$ 1,4 bilhão para R$ 2,7 bilhões.

Foram criadas quatro mil vagas de emprego pelo setor em 2019 e o número de empregos diretos chegou a 75 mil. Em virtude da grande competitividade, o número de locadoras subiu de 8.033 em 2018 para as atuais 10.812.

Marcas mais desejadas

Na hora de escolher o carro a ser alugado, há opções de todos os modelos e marcas. De acordo com o Anuário da ABLA, a General Motors ocupa a liderança do ranking dos automóveis e comerciais leves mais emplacados pelas locadoras. Em 2019, sua participação no mercado de locação foi de 24%, o que equivale a 130.424 unidades. A relação das maiores montadoras por vendas ao setor de locação tem ainda, na sequência, FCA (19,86%), Volkswagen (19,47%), Renault (13,9%) e Ford (12,74%), entre outras.

Em resumo, o Anuário Brasileiro do Setor de Locação de Veículos confirma que o serviço está em alta, acompanhando uma visível mudança de comportamento no que se refere a deixar de lado a cultura de posse do automóvel. Cada vez mais pessoas passam a alugar veículos para longos períodos, em vez de comprá-los. Essa tendência, aliada à expansão do nicho de aluguel para motoristas de aplicativos, favoreceu o desempenho das locadoras de veículos.

A expectativa é que mais pessoas possam usar, compartilhar e até mesmo combinar esse serviço com outros meios de transporte, o que permitirá a expansão das alternativas de mobilidade em todo o país.

ABLA GERA OPORTUNIDADES PARA LOCADORAS GASTAREM MENOS

A contribuição associativa na ABLA é um investimento que quase sempre “se paga sozinho”. A conta é simples. “Sendo associada, como contrapartida da contribuição mensal, a locadora pode comprar veículos, produtos e serviços com descontos importantes”, compara Jorge Pontual, diretor comercial da associação. “São valores economizados imediatamente pela locadora e que são muito superiores ao que será pago como contribuição associativa”.

Para ter direito aos descontos negociados pela ABLA, é preciso manter em dia o pagamento da contribuição. “Em muitos casos, a compra de um único veículo com o desconto negociado pela ABLA junto às montadoras já é suficiente para compensar – com muita sobra – o pagamento da contribuição associativa por meses”, reafirma Jorge Pontual.

No sentido de valorizar os associados que estão em dia, os inadimplentes já deixaram de ter acesso aos descontos oferecidos pela ABLA. “Se bem utilizados pelas locadoras, esses descontos tornam claramente ainda muito mais superavitário o investimento feito com o pagamento da contribuição”, diz Pontual.

Na prática, a diretoria comercial da ABLA é o elo entre as locadoras e os fornecedores, estruturando negócios para que as empresas associadas ampliem suas receitas e/ou reduzam custos. Tanto que, além dessa possibilidade de economia real para a ampliação e renovação das frotas, a locadora que paga em dia a contribuição associativa também tem direito aos descontos em outros produtos e serviços necessários para o dia a dia da operação.

FONTE: ABLA – http://www.abla.com.br

O que aparece no QR Code das placas do padrão Mercosul? G1 testou

Não basta o celular ler o código: é preciso ter cadastro no Denatran para acessar informações. Só assim será conhecida a cidade onde o carro foi emplacado.

As placas padrão Mercosul, que entram em vigor em todo o país nesta sexta-feira (31), têm diversas mudanças em relação às placas cinza usadas atualmente na maioria dos estados. Uma delas é que agora a cidade do veículo não é mais informada na peça.

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